
Reprodução/ Redes especializadas
O avião presidencial de Israel, conhecido como “Wing of Zion” (Asa de Sião), decolou do território israelense nesta terça-feira, em um movimento que está sendo acompanhado de perto por analistas militares e de inteligência internacional. A decolagem ocorre em meio à crescente tensão no Oriente Médio e é vista como mais uma peça crítica no quebra-cabeça geopolítico envolvendo Israel e Irã.
O alerta se intensifica porque o mesmo padrão foi observado no último confronto direto entre Israel e Irã. Na ocasião, a Wing of Zion deixou Israel poucas horas antes do início da operação militar, funcionando como um indicativo silencioso de que decisões estratégicas já estavam em curso.
A aeronave é o principal meio de transporte governamental utilizado pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e pelo presidente de Israel em momentos sensíveis, como crises internacionais, deslocamentos de segurança ou preparação para eventos estratégicos de grande impacto. Por esse motivo, cada movimentação do avião é monitorada por serviços de inteligência e especialistas em defesa.
Fontes que acompanham o cenário afirmam que movimentos desse tipo não são aleatórios. A retirada antecipada ou o deslocamento do avião presidencial costuma ocorrer quando há avaliação de risco elevado, seja para proteger a liderança israelense, seja para garantir mobilidade estratégica em caso de escalada militar.
A decolagem da Asa de Sião ocorre no mesmo contexto em que há:
• movimentação incomum de forças americanas no Oriente Médio;
• alertas do Irã a países do Golfo sobre possíveis retaliações;
• silêncio oficial de embaixadas e governos, um padrão típico que antecede crises maiores.
Até o momento, não há confirmação oficial de um ataque em andamento, mas o acúmulo de sinais — somado ao histórico recente — reforça a percepção de que uma ação militar contra o Irã pode estar muito próxima.
Como destacam analistas, quando peças como essa começam a se mover, raramente é sem um motivo concreto. O cenário segue em rápida evolução.
Fonte: monitoramento internacional / redes especializadas
Fonte: Diário Do Brasil
