
🤳 Rafaela Felicciano/Metrópoles
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) identificou que os técnicos de enfermagem presos por matar pacientes no Hospital Anchieta, em Taguatinga, simulavam tentativas de socorro logo após ministrarem o medicamento que provocava as mortes.
Segundo os investigadores, após a aplicação da substância fatal, os suspeitos realizavam manobras de emergência para tentar disfarçar a autoria dos crimes.
Apesar do avanço das apurações, a polícia ainda não conseguiu esclarecer a motivação dos ex-técnicos suspeitos de provocar a morte de pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Anchieta, em novembro e dezembro do ano passado.
Três ex-técnicos — dois homens e uma mulher — foram presos. A investigação corre sob sigilo.
Segundo os investigadores, até o momento não há qualquer indício de que os crimes tenham sido cometidos a pedido de familiares das vítimas.
“O que podemos afirmar com segurança é que não se tratou de um pedido das famílias nem de uma decisão médica para abreviar sofrimento”, afirmou um investigador envolvido no caso. “A motivação ainda é desconhecida.”
Diante da brutalidade dos fatos e da ausência de uma explicação clara, a PCDF trabalha com múltiplas linhas investigativas.
Entre as hipóteses analisadas estão motivações financeiras indiretas, atuação em grupo organizado, comportamento psicopático, prática deliberada de violência gratuita e até a eventual existência de vínculos ideológicos ou simbólicos que possam ter influenciado as ações — possibilidades que ainda dependem de comprovação.
com informções de Metrópoles
Fonte: Diário Do Brasil
