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O governo dos Estados Unidos anunciou a retirada oficial do país da Organização Mundial da Saúde (OMS) e confirmou que não pretende quitar contribuições pendentes estimadas em mais de US$ 260 milhões. A decisão foi detalhada por autoridades do Departamento de Saúde e Serviços Humanos na quinta-feira (22).
Segundo o governo norte-americano, Washington chegou a financiar cerca de 25% do orçamento da OMS, sem nunca ter indicado um diretor-geral da entidade. Autoridades afirmam que a organização teria favorecido países com menor nível de contribuição e falhado em assumir responsabilidades diante de crises globais de saúde.
A administração do presidente Donald Trump sustenta que a resolução do Congresso de 1948, que permitiu a adesão dos EUA à OMS, garante ao país o direito de se retirar sem a obrigação de quitar valores pendentes. O governo também critica a falta de reformas, a atuação da agência em emergências sanitárias e a influência política de outros Estados-membros, em referência direta à China.
A saída foi formalizada por ordem executiva assinada por Trump no dia da posse, em 20 de janeiro de 2025, e reacende alertas sobre impactos na cooperação internacional em saúde e no enfrentamento de futuras pandemias.
Fonte: Jovem pan News
Fonte: Diário Do Brasil
