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O endividamento das famílias brasileiras voltou a disparar em janeiro de 2026, alcançando o alarmante patamar de 79,5%, igualando o recorde histórico registrado em outubro de 2025, conforme dados divulgados pela Confederação Nacional do Comércio (CNC). Essa alta de 0,6 ponto percentual em relação a dezembro de 2025 e de 3,4 pontos comparado a janeiro do ano anterior reflete o fracasso das políticas econômicas do governo Lula, que não conseguiram conter a escalada de dívidas impulsionada principalmente pelo cartão de crédito, utilizado por 86% das famílias endividadas. A situação é ainda mais grave entre as classes de renda média-baixa, com famílias entre 3 e 5 salários mínimos sendo as mais afetadas, expondo a ineficácia das medidas de estímulo ao consumo que priorizaram gastos públicos sem um controle rigoroso sobre a inflação e os juros elevados.

Com projeções da CNC indicando que o endividamento pode subir para cerca de 80,4% até junho de 2026, o governo Lula enfrenta críticas crescentes por não priorizar reformas estruturais que aliviassem o peso das dívidas sobre os brasileiros, optando por abordagens populistas que agravam a vulnerabilidade financeira da população. Embora a inadimplência tenha registrado uma leve queda em janeiro, influenciada por expectativas de cortes de juros no segundo semestre, isso não mascara o quadro geral de deterioração econômica, onde o aumento contínuo das dívidas ameaça a estabilidade social e o crescimento sustentável, revelando as limitações da atual gestão em promover uma recuperação inclusiva e responsável.

Fonte:Diario 360

Fonte: Diário Do Brasil

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Com 79,5%, endividamento atinge marca recorde no governo Lula; veja os números