
Foto: Wedson Castro/Assessoria de imprensa Amprev
As investigações sobre os aportes que totalizaram R$ 400 milhões da Amapá Previdência (Amprev) no Banco Master avançam sobre mais um ponto central: se o ex-presidente da autarquia, Jocildo Lemos, que renunciou ao cargo no último dia 11, foi pressionado, orientado ou se de alguma forma induzido a concretizar os investimentos, e, caso isso se confirme, quais seriam os atores que operaram o esquema.
Lemos é aliado político do presidente do Senado Davi Alcolumbre e teria sido indicado por ele para chefiar o fundo de previdência de servidores do Amapá, que caiu na teia do Banco Master ao fazer investimentos de alto risco mesmo após receber alertas de conselheiros e órgãos públicos. A investigação é conduzida pela Polícia Federal e pelo Ministério Público estadual.
Segundo apuração da Gazeta do Povo, as frentes de apuração no caso buscam responder a três questões centrais envolvendo o fundo de previdência do Amapá: se houve influência externa ou pressão política sobre Jocildo Lemos para aprovar os aportes; se o processo decisório foi conduzido de forma deliberadamente acelerada para evitar questionamentos técnicos; e se o credenciamento do banco e as diligências realizadas foram suficientes para resguardar os recursos previdenciários.
Fonte:Gazetadopovo
Fonte: Diário Do Brasil
