O assassinato do ativista da direita nacionalista Quentin Deranque, de 23 anos, em Lyon, no leste da França, no final de semana, gerou forte repercussão política no país e desencadeou um embate diplomático entre o presidente francês, Emmanuel Macron, e a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni. 

O estudante morreu após ser espancado por militantes de esquerda.

De acordo com o procurador de Lyon, Thierry Dran, Deranque sofreu traumatismo craniano depois de ser “jogado ao chão e espancado por pelo menos seis pessoas encapuzadas” nas proximidades de um evento universitário que contava com a presença da eurodeputada Rima Hassan, do partido de esquerda radical França Insubmissa (LFI).

Ele foi levado ao hospital em estado crítico e morreu dois dias depois, segundo a autópsia.

As autoridades francesas informaram que 11 pessoas foram detidas no âmbito da investigação do caso. 

Conforme a Promotoria, sete dos suspeitos devem responder por homicídio, enquanto outros quatro são investigados por auxílio à fuga de envolvidos.

Entre os detidos está Jacques-Elie Favrot, assessor parlamentar do deputado Raphaël Arnault, ligado ao LFI. 

Segundo o advogado de Favrot, ele admite ter estado no local e participado das agressões, mas nega ter desferido os golpes que causaram a morte do jovem de direita.

Fonte:Gazetadopovo 

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