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A Secretária de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) informou ao Metrópoles que dispõe atualmente de 80 doses da vacina contra a mpox, destinadas a públicos específicos. Do total de imunizantes, 68 estão armazenados na Gerência de Rede de Frio e 12 no Hospital Universitário de Brasília (HUB).
A capital registrou um caso confirmado de mpox em janeiro de 2026. O paciente não precisou de internação e, até o momento, não há outros casos em investigação na capital federal – no Brasil, há mais de 80 registros da doença.
A vacinação é direcionada apenas a pessoas que vivem com HIV/Aids, com imunossupressão grave, profissionais de laboratório que manipulam o vírus e indivíduos que tiveram contato direto com casos suspeitos ou confirmados, como medida pós-exposição. As aplicações seguem critérios técnicos definidos pelas autoridades de saúde.
A mpox é uma doença zoonótica causada pelo vírus MPXV, da família Orthopoxvirus. A infecção foi identificada pela primeira vez em 1958, após surtos em macacos mantidos em cativeiro para pesquisa, embora o principal reservatório do vírus sejam roedores. O primeiro caso humano foi registrado em 1970, na República Democrática do Congo.
A transmissão ocorre, principalmente, por contato direto com lesões na pele, fluidos corporais, objetos contaminados ou contato próximo e prolongado com pessoa infectada. O quadro costuma iniciar com sintomas como febre, dor de cabeça, dores no corpo e ínguas, evoluindo para erupções ou lesões cutâneas. Em geral, a recuperação ocorre entre duas e quatro semanas.
A Secretaria de Saúde do DF informa que a melhor forma de prevenir a mpox é evitar contato com pessoas infectadas ou com objetos contaminados. Caso o contato seja necessário, recomenda-se o uso de equipamentos de proteção, como luvas, máscaras, avental e óculos de proteção.
Fonte:Metrópoles
Fonte: Diário Do Brasil
