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A PF (Polícia Federal) já está analisando os dados bancários de Fábio Luís Lula da Silva, 51 anos, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (@lulaoficial) (PT). A corporação está cruzando as informações com as de outros investigados, como o Careca do INSS e a lobista Roberta Luchsinger. O objetivo é ver como foi o fluxo de dinheiro entre contas bancárias de todos os citados.
A CPI do INSS não sabia, mas a Polícia Federal pediu a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático de Lulinha, como o filho do presidente é conhecido, em janeiro de 2026. O relator do caso no STF (Supremo Tribunal Federal), o ministro André Mendonça, autorizou.
Como anteciparam o Drive e o #Poder360, a PF já havia tomado a providência antes mesmo da decisão do colegiado que aprovou, na 5ª feira (26.fev), a quebra dos sigilos de Fábio Luís.
O #Poder360 revelou em 4 de dezembro de 2025 que documentos preliminares da apuração da Polícia Federal indicavam que Lulinha pode ter recebido uma mesada de R$ 300 mil do esquema de desvios de recursos de beneficiários da Previdência Social. O filho do presidente da República nega ter cometido irregularidades.
O advogado Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do grupo jurídico Prerrogativas, disse ao #Poder360 na época que as citações a Fábio Luís Lula da Silva em investigações da Polícia Federal eram “fofocas e vilanias” e mais uma tentativa de prejudicar sua família e o governo.
Há indícios de que o responsável pelo pagamento a Lulinha foi o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. Ele está preso desde 12 de setembro de 2025.
Na decisão que autorizou a quebra dos sigilos de Lulinha, o ministro André Mendonça determinou que os provedores de internet nos quais o filho do presidente mantém e-mails preservem os arquivos pelo tempo que for necessário para as investigações.
Fonte: Metrópoles
Fonte: Diário Do Brasil
