
REPRODUÇÃO REDES SOCIAIS
A atriz Luana Piovani, que se autodenomina “evangélica macumbeira”, mais uma vez expôs sua ignorância e intolerância religiosa ao atacar de forma grosseira e generalizada os evangélicos brasileiros, chamando-os de “o que há de pior no ser humano”, “protótipo de um ser desprezível” e reduzindo sua fé a mera “indústria política”.
Com declarações carregadas de preconceito e ódio, a artista revela não apenas um profundo desconhecimento da realidade de milhões de brasileiros que encontraram na fé evangélica transformação pessoal, família restaurada e valores morais, mas também uma arrogância típica de quem se sente no direito de desprezar a crença alheia enquanto se abriga atrás do rótulo de “artista”.
Longe de exercer qualquer crítica construtiva, Luana Piovani pratica o mesmo discurso de ódio que tanto acusa nos outros, confirmando que, para certa esquerda cultural, liberdade religiosa só vale quando não contraria suas próprias agendas e preconceitos.
Uma postura lamentável, vazia e reveladora da hipocrisia de quem prega tolerância, mas só a pratica seletivamente.
COM INFORMAÇÕES DE DIÁRIO 360
