Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O presidente Lula afirmou ter sido ignorado por líderes mundiais ao propor uma reunião do Conselho de Segurança da ONU para tratar da guerra no Irã.

Em entrevista à revista alemã Der Spiegel, o petista disse ter levado a ideia ao ditador chinês, Xi Jinping, ao ditador russo, Vladimir Putin, e ao presidente da França, Emmanuel Macron.


Lula acabou sendo ignorado solenemente.

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Foi o Paquistão quem conseguiu reunir representantes dos Estados Unidos e do Irã para um acordo de cessar-fogo de 10 dias.

Mas não é a primeira vez em que Lula tenta se colocar como solucionador de conflitos internacionais.

Tomando cerveja?

Na pré-campanha à Presidência de 2022, Lula sugeriu que a invasão russa à Ucrânia teria sido resolvida “em uma mesa tomando cerveja” no Brasil.

Mais do que isso, o petista se disponibilizou a solucionar a guerra.

“A quem interessa essa guerra? A razão dessa guerra, por tudo o que eu compreendo, que eu leio e que eu escuto, seria resolvida aqui no Brasil em uma mesa tomando cerveja. Teria resolvido aqui, senão na primeira cerveja, na segunda; se não desse na segunda, na terceira; se não desse na terceira, até acabarem as garrafas a gente ia fazer um acordo de paz.”

O que se viu foi o presidente brasileiro viajando a Moscou para se encontrar com o ditador Vladimir Putin.

Ao lado de ditadores, Lula chegou a adotar a fita de São Jorge na lapela de seu terno nas comemorações do Dia da Vitória.

Crusoé apurou que a relação entre os governos de Brasil e Ucrânia não é das melhores.

A última conversa entre Lula e o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, ocorreu em setembro, durante a Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Nova York.

Desde então, a Ucrânia é representada por um encarregado de Negócios em solo brasileiro.

Nicolás Maduro

Mais recentemente, o Brasil também buscou se posicionar como interlocutor em tensões entre Estados Unidos e Venezuela, com Lula defendendo a necessidade de diálogo para evitar escaladas militares na região.

“Falei pro presidente Maduro que se ele quisesse que o Brasil ajudasse alguma coisa ele tinha que dizer o que que ele gostaria que a gente fizesse. E disse ao Trump: ‘Se você achar que o Brasil pode contribuir, nós teremos todo interesse de conversar com a Venezuela e conversar com vocês conversar com outros países para que a gente evite um confronto armado aqui na América Latina e na nossa querida América do Sul”, disse.

Com informações de O Antagonista

Fonte: Diário Do Brasil

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