
REPRODUÇÃO DE VÍDEO
A Polícia Federal (PF) afirmou nesta terça-feira, 28, que a abordagem a um morador de Presidente Prudente (SP) teve como objetivo apurar eventual “crime contra a honra”. O episódio ocorreu neste domingo, 26, depois que o homem exibiu, na janela do próprio apartamento, uma faixa com a palavra “ladrão” nas proximidades de um evento que teria a participação do presidente Lula da Silva nesta segunda-feira, 27.
Em nota, a PF declarou que “realiza, de forma rotineira, ações de segurança voltadas à proteção de autoridades, conforme protocolos estabelecidos”. Lula, que está em recuperação depois de cirurgia para retirada de uma lesão de câncer de pele, não compareceu à cidade.
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PF para morador, sobre problema: “Já vai dar”
Vídeo que circula nas redes sociais mostra o diálogo entre o morador — chamado de “Marcelo” — e os agentes. Em determinado momento, um policial afirma que a faixa “faz referência ao presidente” e que seria “considerada ofensiva”, pedindo que a opinião fosse manifestada de outra forma.
Quando o homem diz que retiraria o material “se der algum problema”, o agente responde que “já vai dar” e que a equipe havia ido ao local justamente por esse motivo. Na gravação (íntegra abaixo), um dos policiais afirma que, com a chegada de superiores no dia do evento, a situação poderia ser tratada “com mais rigor”, pois o morador já teria sido alertado.
Homem é interrogado pela PF por ter uma faixa escrito “ladrão” na janela de seu apartamento, em prédio próximo a evento que receberia o Lula
Os agentes disseram que os superiores poderiam impor a retirada da faixa, mesmo sem ter o nome do
“Eles não vão considerar isso como opinião”, diz um agente. Ao defender que se tratava de manifestação pessoal, o morador ouve que “liberdade de expressão vai até onde você não fere a liberdade do outro”. O homem argumenta ainda que a faixa não citava nominalmente qualquer autoridade e que estava instalada dentro de propriedade privada.
Segundo ele, a manifestação não tinha vínculo partidário. Acrescentou ainda, em tom de pergunta, o que ocorreria se escrevesse “ladrão” numa faixa com a cores do Brasil. A PF acrescentou que realizou “diligências iniciais e orientações no local” diante de dizeres que, em tese, poderiam configurar crime contra a honra.
Leia íntegra da nota oficial da PF
“A Polícia Federal informa que realiza, de forma rotineira, ações de segurança voltadas à proteção de autoridades, conforme protocolos estabelecidos. No caso mencionado, foram realizadas diligências iniciais e orientações no local, em razão da presença de faixas com dizeres que, em tese, poderiam configurar crime contra a honra, nos termos da legislação vigente. Esclarece-se que os procedimentos e práticas relacionados à proteção de autoridades não são detalhados publicamente, em razão da natureza das atividades. Informações como estratégias de atuação, protocolos operacionais e demais aspectos sensíveis são resguardados, tendo em vista que sua divulgação pode comprometer a segurança das pessoas protegidas e a efetividade das ações”.
Com informações de Revista Oeste
A Polícia Federal (PF) afirmou nesta terça-feira, 28, que a abordagem a um morador de Presidente Prudente (SP) teve como objetivo apurar eventual “crime contra a honra”. O episódio ocorreu neste domingo, 26, depois que o homem exibiu, na janela do próprio apartamento, uma faixa com a palavra “ladrão” nas proximidades de um evento que teria a participação do presidente Lula da Silva nesta segunda-feira, 27.
Em nota, a PF declarou que “realiza, de forma rotineira, ações de segurança voltadas à proteção de autoridades, conforme protocolos estabelecidos”. Lula, que está em recuperação depois de cirurgia para retirada de uma lesão de câncer de pele, não compareceu à cidade.
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PF para morador, sobre problema: “Já vai dar”
Vídeo que circula nas redes sociais mostra o diálogo entre o morador — chamado de “Marcelo” — e os agentes. Em determinado momento, um policial afirma que a faixa “faz referência ao presidente” e que seria “considerada ofensiva”, pedindo que a opinião fosse manifestada de outra forma.
Quando o homem diz que retiraria o material “se der algum problema”, o agente responde que “já vai dar” e que a equipe havia ido ao local justamente por esse motivo. Na gravação (íntegra abaixo), um dos policiais afirma que, com a chegada de superiores no dia do evento, a situação poderia ser tratada “com mais rigor”, pois o morador já teria sido alertado.
Homem é interrogado pela PF por ter uma faixa escrito “ladrão” na janela de seu apartamento, em prédio próximo a evento que receberia o Lula
Os agentes disseram que os superiores poderiam impor a retirada da faixa, mesmo sem ter o nome do
“Eles não vão considerar isso como opinião”, diz um agente. Ao defender que se tratava de manifestação pessoal, o morador ouve que “liberdade de expressão vai até onde você não fere a liberdade do outro”. O homem argumenta ainda que a faixa não citava nominalmente qualquer autoridade e que estava instalada dentro de propriedade privada.
Segundo ele, a manifestação não tinha vínculo partidário. Acrescentou ainda, em tom de pergunta, o que ocorreria se escrevesse “ladrão” numa faixa com a cores do Brasil. A PF acrescentou que realizou “diligências iniciais e orientações no local” diante de dizeres que, em tese, poderiam configurar crime contra a honra.
Leia íntegra da nota oficial da PF
“A Polícia Federal informa que realiza, de forma rotineira, ações de segurança voltadas à proteção de autoridades, conforme protocolos estabelecidos. No caso mencionado, foram realizadas diligências iniciais e orientações no local, em razão da presença de faixas com dizeres que, em tese, poderiam configurar crime contra a honra, nos termos da legislação vigente. Esclarece-se que os procedimentos e práticas relacionados à proteção de autoridades não são detalhados publicamente, em razão da natureza das atividades. Informações como estratégias de atuação, protocolos operacionais e demais aspectos sensíveis são resguardados, tendo em vista que sua divulgação pode comprometer a segurança das pessoas protegidas e a efetividade das ações”.
Com informações de Revista Oeste
