
A Santa Casa de Marília realizou, no último dia 30 de julho, a Reunião de Experiência do Paciente da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) Geral. O encontro teve como objetivo promover a escuta de pacientes e familiares, além de fortalecer as ações de humanização e aprimoramento contínuo da assistência prestada pela instituição.
O primeiro vice-provedor da Santa Casa de Marília, Luiz Orlando, destacou a importância de ouvir as pessoas que vivenciam o atendimento hospitalar. “A experiência do paciente é fundamental para que possamos identificar oportunidades de melhoria e, ao mesmo tempo, reconhecer o trabalho realizado pelas nossas equipes. Nosso compromisso é oferecer uma assistência cada vez mais humanizada, acolhedora e de qualidade”, afirmou.

O segundo vice-provedor do hospital, José Luiz de Carvalho, ressaltou que a participação de pacientes e familiares contribui diretamente para o aperfeiçoamento dos serviços. “Momentos como este nos permitem conhecer de perto as experiências vivenciadas dentro da instituição e entender como podemos avançar. A Santa Casa valoriza muito essa aproximação e trabalha para que o cuidado seja realizado de forma integral, respeitando pacientes e familiares em todos os momentos”, salientou.
A advogada Ana Paiva também destacou a importância do atendimento humanizado oferecido pela Santa Casa de Marília. “Quando uma pessoa precisa de uma UTI, toda a família passa por um momento de muita fragilidade. Por isso, além da competência técnica, é fundamental contar com profissionais que saibam acolher, ouvir e tratar cada paciente com respeito e dignidade. O atendimento humanizado faz toda a diferença”.
A bancária aposentada Vânia Costa compartilhou a experiência vivenciada durante a internação do filho na UTI Geral e elogiou o empenho dos profissionais que atuaram no atendimento. “O carinho e a dedicação da equipe são muito importantes”.

A Reunião de Experiência do Paciente integra as iniciativas da Santa Casa de Marília voltadas à melhoria contínua da qualidade e da segurança do paciente. A proposta é criar espaços permanentes de diálogo entre a instituição, pacientes e familiares, utilizando as experiências compartilhadas como ferramentas para o aprimoramento dos processos assistenciais e para o fortalecimento da cultura de humanização
