
REPRODUÇÃO DE VÍDEO
Uma operação da Polícia Civil e do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) desarticulou um esquema criminoso em um posto de combustíveis que operava de forma clandestina há 7 anos. Além de utilizar um sistema eletrônico para esconder combustível adulterado, o estabelecimento tingia etanol com corante para enganar consumidores e praticava furto de energia e lavagem de dinheiro.
A fiscalização detalhou a sofisticação da fraude tecnológica instalada no local. O posto utilizava subtanques ocultos posicionados abaixo dos reservatórios originais. Para enganar a perícia, os criminosos usavam um sistema de acionamento remoto, que podia ser controlado até pelo celular. Quando a polícia chegava, eles apertavam um botão para isolar o combustível “batizado” e liberar apenas o produto normal para teste.
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Fonte: Diário Brasil
