Apple pode lançar o modelo com um dos maiores preços da história; veja a estimativa.

Quem pretende trocar de celular nos próximos meses pode precisar preparar o bolso. As primeiras projeções para o iPhone 18 Pro indicam que a Apple poderá promover um dos maiores reajustes de preços dos últimos anos.

Analistas do setor apontam que o aumento seria impulsionado pelo encarecimento de componentes estratégicos, como memórias e chips de última geração, o que deve elevar significativamente o custo de fabricação dos próximos smartphones da marca. 

Embora os valores oficiais ainda não tenham sido divulgados, especialistas já trabalham com estimativas que colocam os novos aparelhos em uma faixa de preço muito superior à da geração atual, tanto nos Estados Unidos quanto, possivelmente, no Brasil.

Analistas projetam aumento expressivo no preço do iPhone 18 Pro

iPhone 17 Pro Max chegou com preço salgado no Brasil, porém, nova versão do smartphone promete superar o antecessor (Foto: Shutterstock)

As expectativas sobre um reajuste ganharam força após análises publicadas por especialistas da indústria. O analista Jeff Pu afirmou que os modelos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max poderão custar entre US$ 250 e US$ 300 a mais que seus antecessores.

Já Mark Gurman, da Bloomberg, também acredita em aumentos, mas trabalha com uma projeção mais moderada, estimando reajustes entre US$ 100 e US$ 200 por aparelho.

Caso a previsão mais elevada se confirme, o iPhone 18 Pro Max poderá ultrapassar US$ 1.400 no mercado norte-americano, representando um aumento próximo de 15% em relação ao preço inicial do modelo anterior.

Consumidores brasileiros também podem sentir o impacto

Apesar de a Apple ainda não ter anunciado os preços para o mercado brasileiro, especialistas avaliam que um eventual reajuste internacional tende a refletir diretamente no país.

Como referência, o iPhone 17 Pro Max chegou ao Brasil com preço sugerido de R$ 12.499. Mantendo uma elevação semelhante à prevista para os Estados Unidos, o novo modelo poderia superar facilmente a marca dos R$ 14 mil, sem considerar fatores como impostoscâmbio e custos de importação, que tradicionalmente influenciam os preços nacionais.

Componentes mais caros explicam a alta prevista

Escassez de memória RAM pode influenciar no preço do novo iPhone (Foto: Shutterstock)

O principal motivo para a expectativa de aumento está no encarecimento dos componentes utilizados na fabricação dos smartphones.

Segundo Jeff Pu, as memórias DRAM, responsáveis pela memória RAM, e os chips NAND, usados no armazenamento interno, registraram aumentos relevantes nos custos de produção.

Além disso, a Apple deverá utilizar processadores produzidos com tecnologia de 2 nanômetros pela TSMC, considerados mais avançados e também mais caros de fabricar. Essa combinação tende a elevar significativamente os custos da empresa, refletindo no preço final ao consumidor.

Novo iPhone dobrável também deve chegar com preço elevado

Outro aparelho aguardado é o primeiro iPhone dobrável, frequentemente chamado de iPhone Ultra por analistas do mercado.

De acordo com Mark Gurman, o dispositivo poderá estrear custando mais de US$ 2 mil, posicionando-se entre os smartphones mais caros já lançados pela Apple. A estratégia acompanha a tendência do segmento premium, atualmente liderado por modelos dobráveis de alto valor.

A expectativa é que os iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max sejam apresentados em setembro, enquanto o modelo convencional da linha deverá chegar apenas em 2027, dentro do novo cronograma de lançamentos da empresa.

Se as previsões se confirmarem, consumidores interessados nos próximos lançamentos da Apple terão de enfrentar preços consideravelmente mais altos do que os praticados nas gerações anteriores.

Fonte: Capitalist

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