Por Junior Melo

Durante um evento no Rio de Janeiro sobre ações integradas de segurança pública, Lula disse que o Brasil precisa combater as facções criminosas, mas criticou o enquadramento adotado pelo governo de Donald Trump.

Segundo o presidente, atos relacionados à tentativa de ruptura institucional no Brasil, como os ataques de 8 de janeiro de 2023 e o plano investigado para assassinar autoridades, deveriam ser classificados por ele como terrorismo. 

Lula citou os nomes dele próprio, do vice-presidente Geraldo Alckmin e do ministro Alexandre de Moraes entre os alvos mencionados nas investigações.

A classificação das facções brasileiras pelos Estados Unidos ocorre desde maio de 2026 e representa uma mudança na abordagem de Washington em relação ao PCC e ao CV. 

Lula já era delator dos esquerdistas e sindicalistas. Preso, sem algemas e fumando um cigarrinho. Mordomia de traidor dada por Romeu Tuma na década de 80

No Brasil, os dois grupos são tratados juridicamente como organizações criminosas.
Em documento enviado ao Congresso americano nesta semana, o governo Trump também acusou o Brasil de falhar no combate às duas facções e afirmou que os grupos representam uma ameaça à segurança internacional.

O governo brasileiro rejeitou as acusações. Em nota, o Ministério da Justiça contestou a existência de falhas ou omissões no enfrentamento ao crime organizado. O ministério citou, entre outras medidas, a Lei Antifacção, operações policiais e mecanismos de cooperação com autoridades americanas.

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No momento, você está visualizando Sempre em defesa de criminosos. Lula está revoltado com a classificação de PCC e CV como terroristas: “terroristas são os do 8 de janeiro”, disse