
Imagem ilustrativa. Foto: Governo do Estado de São Paulo / Wikimedia Commons. Licença: CC BY 2.0. Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Fachada_Secretaria_da_Sa%C3%BAde_(41808256220).jpg
SES-SP aponta aumento recente nas notificações e orienta busca por atendimento e isolamento em casos suspeitos.
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) informou que cerca de 60 casos de Mpox foram confirmados no estado nos últimos 30 dias, parte de um total de aproximadamente 300 ocorrências registradas em 2026. A pasta afirmou que não houve óbitos relacionados à doença no período.
O contingente identificado nas últimas semanas representa praticamente 20% do total anual do estado, sinalizando uma elevação nos registros recentes, segundo a SES-SP.
Em âmbito nacional, o Ministério da Saúde contabilizou 665 casos de Mpox em 2026. A pasta destacou que esse número é 94% inferior ao registrado em 2022, quando o país enfrentou o surto e notificou 10.821 casos.
O Ministério da Saúde também autorizou a aquisição de até 20 mil doses da vacina contra Mpox por meio do Fundo Rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).
Sobre sintomas, dados do NIES indicam que 99% dos casos têm lesões na pele como principal sinal, enquanto a febre aparece em cerca de 5% dos registros. A SES-SP acrescenta que a doença pode provocar, além de lesões cutâneas, febre, fraqueza, dores musculares, nas costas, de cabeça e de garganta, congestão nasal e tosse.
Para prevenção, a secretaria orienta procurar uma unidade de saúde em caso de suspeita e manter isolamento imediato em caso de confirmação. A SES-SP recomenda higienização das mãos, não compartilhar objetos pessoais e evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que apresentem lesões na pele.
Não há medicamento aprovado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para cura da Mpox; o tratamento disponível é clínico, visando reduzir sintomas, tratar complicações e evitar sequelas. A Opas afirma que casos leves a moderados geralmente se resolvem espontaneamente.
Fonte: CNN Brasil. Leia a reportagem original.
Fonte: Diário Brasil
