O futuro é agora – para as mais de 25 mil pessoas que utilizam o aplicativo LivID na realização da prova de vida isso já é uma realidade. Com a capacidade de fazer biometria facial, o app realiza o reconhecimento do rosto do usuário e facilita o cotidiano de quem precisa fazer o procedimento na previdência, incluindo atualizações cadastrais. Tudo isso de forma segura e contra fraudes relacionadas ao recadastramento de aposentados e pensionistas. Outra novidade nesse segmento é o rastreamento de dados, que agora tem mais uma funcionalidade – a consulta a matrículas de certidões de óbito nos cartórios de todo o país.
Para tanto, o aplicativo conta com recursos da inteligência artificial. Além disso, por meio de OCR, isto é, reconhecimento ótico de caracteres, é realizada a extração de dados completos, a partir da varredura de informações de documentos constantes em outras plataformas como Denatran, TRE e Receita Federal. E como essa tecnologia funciona?
A solução da Bexpo, adquirida pela Gateware, utiliza inteligência artificial (IA) e machine learning ao gerar segurança a entidades que contratam o serviço por meio de validações de reconhecimento facial e de dados de documentos. Segundo o arquiteto de software da Gateware Adilson Cruz, os procedimentos obedecem a etapas bem definidas e chegam a 99% em acuracidade das informações.
“O LivID segue etapas para avaliação e validação de informação por meio das métricas do processo necessário para realizar a prova de vida. A extração desses dados ocorre por meio de OCR, que checa as informações do documento e compara com as bases de cadastros já realizados. A etapa de validação também prevê comparação de informações do usuário com o que já existe no cadastro da fundação”, explica, detalhando que qualquer imprecisão nos dados é notificada à fundação, principalmente na recém-lançada consulta de óbito para evitar que famílias se apropriem de benefícios previdenciários indevidamente.
A tecnologia da imagem, inclusive, é ponto central da segurança do aplicativo na hora das validações. A inteligência artificial embarcada no LivID faz uma leitura de movimentos para verificar se o enquadramento está de forma correta. “Assim, é validado se o participante não está tentando enganar o sistema por meio do padrão de cores ou se não está sendo forçado a realizar essa prova de vida contra a vontade dele. Caso ocorra imprevistos, a instituição será alertada de que existe algo errado no processo”, conta. As fotos devem seguir o padrão de rosto limpo, sem o uso de máscara, óculos e bonés, conforme orientações que o app dispõe.
O que faz o sistema tão seguro é o inovador processo de reconhecimento facial oferecido pela solução. A biometria guarda as informações e depois as compara. “Dessa biometria facial, o algoritmo realiza a matemática da face – posição dos olhos e da face etc – durante o processo de prova de vida em um ano e no decorrer do tempo. Ou seja, se confirma e se garante que essa pessoa é de fato ela mesma, mesmo que haja envelhecimento, porque as mudanças faciais são calculadas pelo algoritmo do app, estimando os ajustes faciais de forma factível e realista para que a validação seja confiável”, assegura o especialista em arquitetura da informação.
Outro ponto interessante é a leitura de registros presentes em órgãos de governo que o aplicativo amarra em todo o processo de biometria facial e com todas as faces do usuário disponíveis – do cadastro do participante ao da própria prova de vida no decorrer dos anos e assim por diante – para que se garanta o máximo de efetividade na apresentação dos dados.
Acessibilidade em três passos
A acessibilidade é um dos principais atributos do app, visto o público de terceira idade que atende. Para realizar uma prova de vida é muito simples. Em primeiro lugar, é necessário tirar uma foto nítida e centralizada do rosto. O participante pode escolher o documento com foto para validação, sendo o RG ou a CNH. O próximo passo é fotografar o documento. Após essa etapa, o aplicativo compara a foto do rosto do usuário com a do documento. E assim é feita a prova de vida por meio do reconhecimento facial no app, que envia a informação para a instituição.
“O usuário do LivID tem mais facilidade de realizar esse processo e tentamos simplificá-lo cada vez mais para que o usuário tenha menos problemas para fazer a prova de vida. As validações de todo esse processo são apresentadas como resultado para a fundação previdenciária, enquanto outros apps não têm resultados detalhados”, compara Adilson.
A plataforma agrega valor no processo de facilitação no que as pessoas, em geral, não têm muita paciência em fazer. “A tecnologia que oferecemos direciona e auxilia nesse processo dentro da casa do aposentado, além de ajudar quem precisa analisar aquilo que foi realizado”, finaliza.
Sobre a empresa – Focada em tecnologia e inovação, a Gateware foi fundada em 2000. Com matriz localizada em Curitiba, no Paraná, também possui unidades em São Paulo, Rio de Janeiro, Argentina e EUA. Atualmente, possui 80 funcionários e atua em quatro suites: GW Value Strategy (PMO Gestão de Projetos e GMO Gestão de Mudanças), GW Outsourcing (Alocação e Hunting de Profissionais de TI), GW Solution (Aplicativo LivID que realiza Prova de Vida e Recadastramento Digital por meio do reconhecimento facial e inteligência artificial) e GW Labs (Fábrica de Softwares Multiplataforma). Seu mais novo produto é o app LivID, que foi desenvolvido pela Bexpo, startup recém-adquirida pela provedora de soluções em tecnologia.

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