A diretoria da Santa Casa de Pompeia voltou a conversar sobre a possibilidade de retomar os investimentos para o centro cirúrgico, na aquisição de equipamentos básicos para as cirurgias de médio porte. “O local está adaptado, fica num ponto estratégico e temos, por enquanto mais de 10 quartos disponíveis para recuperações”, ressaltou Alair Mendes Fragoso, atual provedor do hospital pompeiano, ao retomar o projeto de investimento nesta área. “Já fizemos as reformas básicas, de infraestrutura, e agora precisamos equipa-lo”, anunciou ao prever um investimento superior a R$ 500 mil, no mínimo, de acordo com as últimas previsões. “Na área da saúde a informatização, a eletrônica, e os equipamentos são imprevisíveis, em médio prazo, quanto a valores”, admitiu ao ter uma relação de equipamentos necessários que precisa ser atualizada e reavaliada.
Alair Mendes Fragoso volta a falar na retomada deste tipo de investimento em razão de que médicos e pacientes sempre questionam os motivos de não se fazer cirurgias de médio porte no próprio hospital, havendo todo um trabalho para conduzir os pacientes para os hospitais de Marília. “Temos pessoal capacitado, temos espaço, temos local e temos infraestrutura física”, citou. “Só não temos equipamento”, resumiu ao acreditar ser a parte mais prática de se adquirir, seja através de verba parlamentar, ou de campanhas na comunidade. “Tanto o setor privado como o político está sendo consultado neste sentido”, disse o dirigente que espera para breve uma sinalização neste sentido. “Conversei com algumas empresas e políticos, e as conversar estão sendo caminhadas de forma otimista”, disse satisfeito ao reconhecer a necessidade de novas intervenções na sala de cirurgia, se forem necessárias. “Não acredito, afinal, a parte hidráulica e elétrica já foram feitas, porém, para instalar alguns equipamentos, talvez seja necessária alguma adaptação”, admite.
Com a ala dois totalmente montada com aproximadamente 20 leitos, a Santa Casa de Pompeia com o centro cirúrgico ativo teria uma melhor utilização dos leitos que estão revitalizados e modernizados. “Retomando as cirurgias certamente a movimentação do hospital será maior, alterando outros setores, também, o que não nos assusta”, disse ao lembrar que maior momento exige melhorias no atendimento. “Nosso pessoal é capaz”, afirmou ao apontar a ausência dos equipamentos básicos para as cirurgias como o problema de imediato. “Para a cidade também será benéfico este tipo de investimento, afinal, a população de cidades próximas de Pompeia também poderão usufruir desta estrutura e ajudar na manutenção e melhorias do hospital, bem como na economia municipal”, calcula o provedor que vem conversando com alguns políticos neste sentido e grupos empresariais que normalmente ajudam a Santa Casa. Para o vice provedor, Édson Jorge Basílio, um centro cirúrgico necessita de equipamentos para procedimentos invasivos e salvamento, dispostos de forma correta para que todos os profissionais possam ter maior mobilidade e agilidade para todas as situações. “Não temos os equipamentos básicos”, repetiu o dirigente ao citar alguns como sendo necessários como: eletrocardiógrafo, aparelho de anestesia, foco cirúrgico, hamper, macas, carro de emergência com desfibrilador/ cardioversor; oxímetro de pulso, mesa cirúrgica, mesas auxiliares, dentre outros equipamentos básicos. “Os centros cirúrgicos são locais especializados e dedicados para procedimentos invasivos eletivos ou emergenciais e devem ser equipados da forma correta, para garantir total assistência para o paciente”, disse o dirigente de Pompeia. “A escolha dos equipamentos do centro cirúrgico deve ser feitas com todo o cuidado, sendo planejado de acordo com o espaço disponível e com a complexidade dos procedimentos que o hospital se propõe a atender”, falou ao acreditar nesta possibilidade ainda este ano.

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Santa Casa de Pompeia: Diretoria quer retomar investimento no centro cirúrgico
Acesso ao Centro Cirúrgico que receberá investimento ainda este ano, com novos equipamentos