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Empresários, economistas e consultores acreditam que o agronegócio brasileiro poderá sair da crise gerada pela pandemia de coronavírus com algumas vantagens em relação aos seus concorrentes mundo afora.

Entre os motivos, está a competitividade da agricultura brasileira, o câmbio favorável, a confiança do mercado no Brasil como fornecedor e o investimento em agricultura digital nas fazendas.

Para que o produtor consiga acompanhar esta tendência, porém, há um consenso de que é preciso exercitar o gerenciamento de risco, ou seja, planejar bem as safras 2020/2021 e 2021/2022.

O assunto foi discutido em uma transmissão com a participação de Aurélio Pavinatto, CEO do Grupo SLC, Eraí Maggi Scheffer, acionista do Grupo Bom Futuro, André Pessôa, diretor da Agroconsult, o economista Alexandre Figliolino e Paulo Mesquita, da Riza Asset.

Exportações de commodities

De acordo com o consultor André Pessôa, as exportações brasileiras de commodities (soja, milho e algodão) estão em uma situação confortável, que tende a melhorar nos próximos meses. Para ele, 2020 deve ser um bom ano para a agricultura.

Para Pessôa, os melhores cenários são para a soja e o milho, enquanto o algodão poderá sentir uma lentidão maior nos negócios. “É um setor que foi diretamente afetado, pois a indústria têxtil precisou parar durante a crise, no mundo inteiro”, afirmou.

A projeção é que o setor reduza em 4 milhões de toneladas as suas exportações (22 milhões de toneladas de pluma). “O desafio será embarcar este algodão”.

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