REPRODUÇÃO NDMAIS

A paralisação dos caminhoneiros segue gerando pressão no governo federal nesta quarta-feira (18).

Lideranças da categoria se reúnem durante a tarde para avaliar se as medidas apresentadas pelo governo atendem às demandas do setor diante da alta no preço dos combustíveis.

De acordo com a CNN Brasil, a informação foi confirmada pelo presidente da Abrava (Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores), Wallace Landim, conhecido como Chorão.

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Entre as propostas apresentadas está o reforço na fiscalização da tabela do frete mínimo, que passará a ser monitorada de forma totalmente eletrônica.
A medida também prevê punições mais rigorosas para quem descumprir a regra, incluindo a possibilidade de proibição de contratar
serviços

de transporte.

“Agora vamos analisar a medida para ver se isso realmente vai acontecer. Essa é uma coisa que a gente conversa há anos. Inicialmente, dá para dizer que seria positivo. Mas a gente precisa ver no detalhe”, disse o representante.
O que pode evitar a paralisação dos caminhoneiros

A paralisação dos caminhoneiros pode ser evitada caso as medidas em discussão avancem e sejam consideradas eficazes pela categoria, especialmente no que diz respeito à fiscalização do frete mínimo e ao custo do diesel.

Outra proposta apresentada pelo Ministério da Fazenda envolve a isenção do ICMS sobre a importação de diesel, como forma de reduzir o impacto da alta do combustível.

Os governadores ainda vão analisar a sugestão, com uma decisão final prevista para o dia 27 de março.

De acordo com estimativas do governo, a medida pode gerar impacto de R$ 3 bilhões nas receitas estaduais, sendo que a União deve compensar metade desse valor.

Cm informações de NDMAIS

Fonte: Diário Do Brasil

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Caminhoneiros ‘botam pressão’ e reúnem para avaliar medidas do governo ‘no detalhe’