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Pela primeira vez em 40 anos, cerca de 45 mil alunos com deficiência visual iniciaram o ano letivo sem acesso a livros em Braille. A produção do material, essencial para a alfabetização e o desenvolvimento cognitivo desses estudantes, não foi garantida pelo governo federal.
O Instituto Benjamin Constant confirmou a falta total de conteúdo em Braille, um retrocesso histórico no ensino inclusivo. O Ministério da Educação afirma que processos de contratação estão em andamento, mas não há qualquer previsão de entrega.
A pergunta é inevitável: não era Lula quem dizia ser o grande defensor das minorias?
Na prática, estudantes cegos foram simplesmente deixados para trás. Inclusão, mais uma vez, ficou só no discurso.
Fonte: BLOG DO BAGADA
Fonte: Diário Do Brasil
