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A Promotoria do Rio de Janeiro propôs nesta terça-feira (24), durante audiência de instrução e julgamento da advogada argentina Agostina Páez, acusada de racismo, que ela pague dez anos de salário mínimo, o equivalente a R$ 194.520, aos três funcionários do bar vítimas dos gestos. O julgamento na 37ª Vara Criminal do Rio ainda não foi encerrado e não houve sentença, mas, segundo a advogada Carla Junqueira, que defende a turista, a Promotoria concordou com o pedido de revogação das medidas cautelares —como o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de deixar o Brasil. Antes de deixar o país, contudo, Agostina precisa depositar metade [R$ 97.620] do que foi proposto pelo Ministério Público.

OUTRO LADO: Ré pediu desculpas aos três funcionários do bar pelos gestos racistas

COM INFORMAÇÕES DE FOLHA DE SÃO PAULO

Fonte: Diário Do Brasil

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Argentina acusada de racismo tem que pagar bolada para deixar o Brasil