
REPRODUÇÃO
Roberto Augusto da Silva, o “Beto Louco”, e Mohamad Mourad, o “Primo”, — os principais alvos da Operação Carbono Oculto, estão com dificuldades de fazer andar as delações premiadas que negociam desde o fim de 2025 com o Ministério Público de São Paulo. Nos bastidores, o MPSP diz que a PGR estaria pressionando a não levar o acordo adiante.
As delações prometem revelar nomes que podem permitir ao Judiciário chegar a políticos e esquemas de corrupção estruturados em órgãos públicos. E também negócios que podem levar a pessoas ligadas ao PCC.
Com informações de O GLOBO
