
Reprodução/TV Senado
O empresário Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, não é o único atingido pelos requerimentos aprovados na CPMI do INSS nesta quinta-feira. A lista de 86 pedidos inclui dezenas de alvos de interesse da oposição e do governo.
A votação terminou em agressão física entre congressistas ligados ao governo e à oposição. Na tarde de ontem (26/2), congressistas do governo procuraram o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para tentar anular a sessão.
Além de Lulinha, a CPMI também aprovou a quebra de sigilo da publicitária Danielle Miranda Fonteles, da Agência Pepper. Próxima ao PT, ela fez a campanha presidencial de Dilma em 2010. Como mostrou o Metrópoles, Danielle trabalhou com o Careca do INSS na empresa de cannabis medicinal dele.
Outra quebra de sigilo sensível é a da lobista Roberta Moreira Luchsinger. Além de ser amiga pessoal de Lulinha e de sua mulher, Renata, ela trabalhou com o Careca do INSS fazendo lobby no Ministério da Saúde.
Como mostrou a coluna Andreza Matais, Luchsinger mantém uma casa na QI 26 do Lago Sul, em Brasília, que é usada pelo filho do presidente quando ele vem à capital.
Rogério Correia apresentou um requerimento de quebra de sigilo da Zema Crédito, a financeira da família do governador mineiro Romeu Zema (Novo). Ele é pré-candidato à Presidência.
Correia apresentou também um requerimento de convocação para o ex-deputado André Moura. No pedido, o deputado mineiro do PT alega que André Moura é “apontado como um dos possíveis articuladores do esquema de fraude do INSS, sobretudo no estado de Sergipe”, segundo a imprensa local. O mesmo pedido foi apresentado também pelo senador Randolfe Rodrigues (PT-AP).
Fonte :Metrópoles
Fonte: Diário Do Brasil
