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O Brasil apresentou um cenário de estagnação no Índice de Percepção da Corrupção (IPC) de 2025, mantendo a 107ª posição entre 182 países. Com apenas 35 pontos em uma escala de 0 a 100, o país repetiu sua segunda pior nota na série histórica iniciada em 2012. Embora tenha havido um aumento de um ponto em relação a 2024, a Transparência Internacional classifica a variação como “estatisticamente insignificante”, reforçando que, quanto menor a pontuação, maior é a percepção de corrupção no território nacional.
Segundo Bruno Brandão, diretor executivo da ONG no Brasil, o resultado reflete o impacto de casos recentes de macrocorrupção, como os escândalos envolvendo o INSS e a Operação Master. O relatório aponta uma preocupante “impunidade generalizada” e critica condutas de instâncias superiores do Judiciário, como o STF, que contribuem para a desmoralização do combate ao crime. O cenário desenhado pela organização indica que o país ainda enfrenta dificuldades estruturais para avançar na transparência e no controle ético da gestão pública.
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