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O caso inusitado em que um gato permanece no avião enquanto uma passageira é obrigada a desembarcar expõe um problema recorrente no transporte aéreo: decisões das companhias que resultam em transtornos, constrangimentos e prejuízos aos passageiros. Situações como overbooking, mudanças arbitrárias de assento, falhas operacionais, cancelamentos e desembarques forçados são cada vez mais comuns e frequentemente geram perda de conexões, gastos extras e frustração. O episódio reacende o debate sobre os limites das companhias aéreas, os direitos dos consumidores e a necessidade de maior fiscalização e transparência nas regras aplicadas aos viajantes.
Assista:
Se a companhia manda você descer do avião depois de já estar sentada, saiba: isso não é normal.
A companhia pode alegar:
❌ “é por causa de outro passageiro”
❌ “é questão operacional”
❌ “não podemos fazer nada”
👉 Mas a regra é simples:
✈️ Se o avião partiu e você foi retirada, houve PRETERIÇÃO DE EMBARQUE.
E isso gera direitos imediatos ⤵️
📢 O que exigir na hora:
“Quero a declaração informando o motivo da minha retirada do voo.”
Esse documento é prova do que aconteceu.
Além disso, a passageira tem direito a:
✔️ informação clara
✔️ reacomodação em outro voo
✔️ alimentação e hotel, se houver espera
✔️ não ser deixada sem assistência
E depois, ainda pode:
⚖️ pedir indenização por danos morais pelo constrangimento e pelo abandono no aeroporto.
🚨 Não é favor. É direito do passageiro.
📌 Avião saiu e você ficou = preterição de embarque.
Por: @SoraiaGomesadv
Fonte: Diário Do Brasil
