
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
O senador e pré-candidado à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse, nesta terça-feira (6/1), que acionou a equipe jurídica após ser alvo de supostas ameaças de morte.
O filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disse, sem citar nomes ou episódios específicos, que está tudo “devidamente registrado” e sendo comunicado a autoridades competentes, “com a seriedade que o caso exige”.
“Minha equipe jurídica já acompanha a situação e todas as medidas legais cabíveis serão adotadas”, escreveu Flávio em publicação no X.
O Metrópoles entrou em contato com a assessoria e com o senador Flávio Bolsonaro para esclarecer quais foram os casos de ameaças relatados nas redes sociais. Até a publicação desta reportagem, não houve retorno. O espaço segue aberto.
Investigação de humorista
Mais cedo, a Polícia Legislativa passou a investigar o humorista Tiago Santinelli após ele pedir, nas redes sociais, para “desligarem” o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) “igual desligaram Charlie Kirk”, em referência ao ativista norte-americano morto em um comício.
Em dezembro, Santinelli respondeu a uma publicação do ex-estrategista de Pablo Marçal Filipe Sabará com Flávio Bolsonaro: “Seguindo a tradição, ele vai tomar uma facada quando?”. O comentário se refere ao atentado contra Jair Bolsonaro nas eleições de 2018.
Críticas por ação dos EUA
Como mostrou o Metrópoles, pelo menos quatro deputados governistas apresentaram denúncias à Justiça contra Nikolas Ferreira e Flávio Bolsonaro por falas sugerindo uma intervenção militar dos Estados Unidos no Brasil.
O líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias, enviou um documento à Polícia Federal (PF) pedindo a abertura de um inquérito policial para investigar os parlamentares pelos crimes de associação criminosa e abolição violenta do Estado de Direito.
cm informações de Metrópoles
Fonte: Diário Do Brasil
