
🤳 @BrenoEsakiFoto/ Metrópoles
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou a prisão preventiva de José Acácio Sererê Xavante, apontado como pivô dos ataques promovidos por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) contra a sede da Polícia Federal (PF), em dezembro de 2022.
A ordem foi expedida para cumprimento pela Polícia Federal (PF). Sererê Xavante estava em prisão domiciliar desde abril do ano passado e, segundo documentos do processo, a tornozeleira eletrônica usada por ele está sem sinal desde novembro.
Embora a defesa tenha alegado que o indígena mora em zona rural, com dificuldades de acesso à internet, Moraes destacou que ele não atendeu às ligações feitas por agentes da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape) nem entrou em contato para verificar ou substituir o equipamento.
Em 2022, a prisão de Sererê Xavante foi o estopim para a noite de violência registrada em Brasília, em 12 de dezembro, quando militantes bolsonaristas incendiaram veículos no centro da capital e tentaram invadir a sede da Polícia Federal, para onde o indígena havia sido levado inicialmente.
Segundo a PF, ele participou de manifestações de cunho antidemocrático em diversos locais, como em frente ao Congresso Nacional, no Aeroporto Internacional de Brasília, no ParkShopping, na Esplanada dos Ministérios e em frente ao hotel onde estava hospedado o então presidente eleito Lula. apontado como pivô dos ataques promovidos por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) contra a sede da Polícia Federal (PF), em dezembro de 2022.
A ordem foi expedida para cumprimento pela Polícia Federal (PF). Sererê Xavante estava em prisão domiciliar desde abril do ano passado e, segundo documentos do processo, a tornozeleira eletrônica usada por ele está sem sinal desde novembro.
Embora a defesa tenha alegado que o indígena mora em zona rural, com dificuldades de acesso à internet, Moraes destacou que ele não atendeu às ligações feitas por agentes da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape) nem entrou em contato para verificar ou substituir o equipamento.
Em 2022, a prisão de Sererê Xavante foi o estopim para a noite de violência registrada em Brasília, em 12 de dezembro, quando militantes bolsonaristas incendiaram veículos no centro da capital e tentaram invadir a sede da Polícia Federal, para onde o indígena havia sido levado inicialmente.
Segundo a PF, ele participou de manifestações de cunho antidemocrático em diversos locais, como em frente ao Congresso Nacional, no Aeroporto Internacional de Brasília, no ParkShopping, na Esplanada dos Ministérios e em frente ao hotel onde estava hospedado o então presidente eleito Lula.
Fonte: Diário Do Brasil
