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A empresária Roberta Luchsinger, amiga próxima de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entrou em pânico ao tomar conhecimento de que a Polícia Federal apreendeu um envelope com o nome dele durante operação de busca e apreensão. O fato foi revelado pelo advogado Bruno Salles em entrevistas concedidas ao G1 e ao Estúdio i da GloboNews nesta quarta-feira, 18 de março de 2026. O envelope continha ingressos ou credenciais para camarote em evento no estádio Mané Garrincha, em Brasília, e gerou preocupação imediata por parte dela, conforme mensagens interceptadas pela PF em conversas com Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS.
Segundo a defesa, o pânico decorreu do medo de exposição e constrangimento, e não de envolvimento em crime. Roberta nega irregularidades e afirma que os valores recebidos, como cerca de um milhão e meio de reais ou mais de lobistas, referem-se a serviços legítimos de consultoria e intermediação em negócios, incluindo cannabis medicinal. A investigação da Operação Sem Desconto apura fraudes no INSS e suspeita que ela tenha atuado como intermediária em repasses possivelmente direcionados a Lulinha, incluindo mesadas de trezentos mil reais, o que ambos negam veementemente. O caso segue em andamento no Supremo Tribunal Federal e na CPI do INSS, com quebras de sigilo autorizadas e novas revelações surgindo em março de 2026.
com informações de Diario 360
Fonte: Diário Do Brasil
