Arte/Metrópoles

Policiais e colecionadores, atiradores esportivos (CACs) estão entre os principais alvos de um casal preso por sites falsos para vender arm4s de fogo pela internet e que repassava os dados das vítimas para o Primeiro Comando da Capital (PCC). Os suspeitos foram detidos pela Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), nesta terça-feira (20/1), na cidade de Serra, na Grande Vitória, após um trabalho em conjunto com a Delegacia de H0micídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de São Paulo.

Segundo os agentes, o casal é um braço do PCC que tentava se instalar no Espírito Santo. O homem já havia sido preso, em 2024, pelo crime de estelionato, mas obteve o benefício da tornozeleira eletrônica. Mesmo monitorado, ele voltou a praticar crimes.

“Ele se identificava como delegado federal ou representante de uma empresa italiana de armas, fazia contatos com policiais e conseguia efetuar as vendas”, acrescentou a delegada Gabriela Enne, da Polícia Civil paulista, que participou da operação.

Equipes do DHPP de SP haviam feito um levantamento pelo qual identificaram um site utilizado pelos criminosos – que foi tirado do ar.

“Esse site não existe. Essa arma de fogo não existe. São arm4s de fogo de renome, marcas internacionais. O preço é atrativo. A pessoa acha que está comprando algo com uma certa seriedade, mas está caindo em um golpe. Infelizmente, muitos policiais caíram”, declarou o delegado Fabrício Dutra, chefe do Departamento Especializado de H0micídios e Proteção à Pessoa (DEHPP).

Fonte:Metrópoles

De acordo com a investigação, o casal preso articulava as falsas vendas em vários estados do Brasil. Além de repassar dados cadastrais de vítimas, os criminosos também são acusados de lavagem de dinheiro por meio de criptomoedas.

A operação teve a participação de cinco policiais civis de São Paulo e outros 21 do Espírito Santo. No local da prisão, foram apreendidos vários celulares e aparelhos eletrônicos – que serão periciados.

Fonte: Diário Do Brasil

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Policiais e CACs são vítimas de golpes e têm dados repassados ao PCC