
REPRODUÇÃO DE VÍDEO
Sob forte pressão internacional liderada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, a ditadura venezuelana anunciou nesta quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, a libertação de um “número importante” de presos políticos. O anúncio foi feito pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, que classificou a medida como um “gesto unilateral de paz” e afirmou que os processos de excarcerlação começaram “desde este mesmo momento”. A decisão ocorre poucos dias após a captura de Nicolás Maduro por forças norte-americanas e a assunção interina de Delcy Rodríguez, em meio a uma grave crise institucional no país.
Apesar do anúncio, o governo não informou quantos detidos serão efetivamente libertados. Organizações de direitos humanos estimam que entre 800 e 900 presos políticos ainda estejam encarcerados na Venezuela, incluindo opositores, ativistas e estrangeiros. ONGs e líderes da oposição afirmam que a medida é insuficiente e cobram a libertação total e incondicional de todos os presos por motivação política. Para muitas famílias, o anúncio representa esperança, mas também incerteza, diante da falta de transparência e do histórico de descumprimento de promessas por parte do regime.
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COM INFORMAÇÕES DE FOLHADESPAULO
Fonte: Diário Do Brasil
