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Diversas opções para o momento da despedida oferecem
amparo para o tutor e a possibilidade de homenagear a memória do pet

Uma grande dúvida que sempre assombra os tutores de cães, gatos e outros animais de estimação é: o que fazer quando chegar a hora de se despedir do pet? Ninguém gosta de pensar nesse momento ou planejar como lidar com esta situação. Para muitas pessoas, os pets são considerados verdadeiros membros da família e só imaginar ficar sem eles já é doloroso. E assim sendo, o carinho e o apego acabam dificultando a despedida na hora do falecimento.
Foi o caso do adestrador de cães Augusto Lavinas, que recorda com muita saudade de seu cachorro Peter. “Foi um pet muito especial para mim, pois foi por causa dele que virei adestrador de cães”. Lavinas relembra como foi a despedida final. “Passeamos, brincamos, fiz tudo que ele gostava e fiquei presente com o Peter todo o tempo. O que mais me conforta são todos os momentos que compartilhamos e a vida que proporcionei a ele.
Para ajudar nessa situação, Augusto Lavinas contou com o apoio do Grupo Zelo, empresa mineira entre as maiores do país no setor de assistência funeral, que oferece conforto e auxílio os tutores e suas famílias com o ZeloPet. Augusto destaca que “fui acolhido super bem e tive todo o apoio que precisei”. Ele optou pelo serviço de cremação individual, pois escolheu homenagear seu pet preservando parte das suas cinzas em itens pessoais e jogar a outra parte delas em locais que o cão gostava.
A empresária Claudia Ribeiro, também optou pelos serviços para a despedida final de seu poodle Thor, após 18 anos de uma convivência repleta de amor. Ela comenta que a acolhida oferecida pelo Grupo fez toda a diferença. “Gostei muito. Quando cheguei, nos deixaram em um lugar confortável e tranquilo, onde pude me despedir dele”. Cláudia também optou pelo serviço de cremação individual. “Pude expressar o meu grande amor pelo Thor e ainda levar as cinzas comigo”.
O terapeuta canino Jean Cloude comenta sobre a importância de os tutores vivenciarem o luto. “Perder um pet é terrível, mas esta situação nos ensina a lidar com outros tipos de perda. Indico que quando chegar o momento, que o tutor passe pelo luto, que chore bastante e não tente amenizar a dor. Mas que depois de alguns meses, quando abrir espaço, que ele conquiste, adote outro cão. É importante compreender que o ciclo da vida do pet é menor que o nosso e que você pode ter a chance de ser amado por outro cãozinho”.
Jean Cloude aponta ainda que, seja como uma homenagem especial do tutor para com seu pet, ou do ponto de vista ecológico, a cremação é a melhor opção. “Ocupar um espaço de terra para enterrá-lo ou descartá-lo em um aterro sanitário são coisas que agridem demais o meio ambiente. Para a ecologia é a melhor resposta e é também uma maneira de fazer nosso animal de estimação prosperar através de uma planta, de uma árvore, sabendo que esse nutriente está voltando para a natureza”.

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O que fazer na hora do adeus ao seu animal de estimação?