
vinicius foto/Metrópoles
Com Brasília esvaziada, auxiliares do presidente Lula têm convocado informalmente servidores de diferentes ministérios da Esplanada para que compareçam ao ato do 8/1 que o petista realizará na quinta-feira (8/1), no Palácio do Planalto.
Segundo apurou a coluna Milena Teixeira, o governo teme não conseguir lotar o evento, que marca três anos dos ataques aos prédios dos Três Poderes.
Como mostrou a coluna de Igor Gadelha, do portal Metrópoles, pelo menos três ministros chegaram a interromper as férias para participar da solenidade.
Em outra frente, o chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, também convocou movimentos sociais para participarem do evento.
Os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União-AP), respectivamente, optaram por não participar novamente do ato. Os dois avaliaram a interlocutores que o Planalto quer fazer do ato uma peça de campanha eleitoral.
O presidente Lula avisou a aliados que poderia interromper a agenda do evento para assinar o veto ao PL da Dosimetria, que reduz penas de envolvidos nas manifestações.
A ideia, no entanto, não foi bem recebida por seus auxiliares, que o aconselharam a deixar os vetos para outro momento, a fim de evitar que o evento fique “contaminado”.
Aprovado pelo Congresso Nacional no fim de 2025, o
projeto deve ser vetado integralmente pelo presidente, o que deve desgastar ainda mais a relação de Lula com a Câmara e o Senado. A cúpula do Legislativo promete derrubar o veto do presidente assim que os parlamentares voltarem do recesso, em fevereiro.
Fonte: Metrópoles
Fonte: Diário Do Brasil
