
REPRODUÇÃO
O petismo envelheceu junto com seu líder, é o que diz a pesquisa AtlasIntel ao revelar que a desaprovação de Lula entre os jovens de 16 a 24 anos, a Geração Z, disparou para impressionantes 72,7%, o maior índice de rejeição em qualquer faixa etária e um verdadeiro tsunami contra o governo que se apresenta como “defensor dos pobres e do futuro”.
Enquanto o presidente viaja o país distribuindo promessas de “verdade contra a mentira” e posando de salvador nacional, os jovens que cresceram com redes sociais, inflação crônica, violência urbana descontrolada, ideologia de gênero imposta nas escolas e um mercado de trabalho sufocado por intervencionismo estatal olham para o PT e veem apenas repeteco: corrupção reciclada, alianças com ditadores, narrativas antiquadas de luta de classes e um projeto de poder que prioriza o passado sindicalista em vez de oportunidades reais para quem está entrando na vida adulta.
Essa rejeição massiva não é acidente; é o veredicto de uma geração que não compra mais o discurso vitimista, que navega livremente por informações sem o filtro da Globo ou dos sindicatos e que percebe, com clareza cristalina, que o “novo normal” lulista significa mais impostos, mais burocracia, mais polarização e menos liberdade.
Aos 80 anos, Lula descobre que o futuro, que ele tanto invoca, não quer mais saber dele: a Geração Z está virando as costas para o velho rei, e isso pode ser o começo do fim da era petista que se recusou a se reinventar.
COM INFORMAÇÕES DE DIARIO360
Fonte: Diário Do Brasil
