
reprodução redes sociais
O empresário Fábio Luís Lula da Silva, mais conhecido como Lulinha, viajou à China em abril de 2024 com o ex-sócio da Fictor, Luiz Phillippe Gomes Rubini, durante visita oficial do presidente Lula ao país. Nesta quarta-feira (25), Rubini foi alvo de busca e apreensão na operação Fallax, da Polícia Federal, que investiga fraudes bancárias. A relação entre Lulinha e a Fictor também levou ao convite para que Rubini integrasse o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), o “Conselhão”.
Segundo a investigação, o grupo utilizava empresas de fachada para ocultar recursos ilícitos, incluindo dinheiro da facção Comando Vermelho. Funcionários de bancos, como a Caixa Econômica, inseriam informações falsas nos sistemas para permitir saques e transferências irregulares. Depois, os valores eram convertidos em bens de luxo e criptomoedas para dificultar o rastreamento.
Documentos da PF apontam ainda que os dirigentes da Fictor mantinham contato com Thiago Branco de Azevedo, responsável pela lavagem de dinheiro do grupo “Bonde do Magrelo”, braço do Comando Vermelho no interior de São Paulo. O CEO da Fictor, Rafael Góis, também foi alvo da operação. Segundo o Metrópoles, Lulinha e a Secretaria de Relações Institucionais negam envolvimento direto do empresário na indicação de Rubini ao Conselhão ou na consultoria à empresa
com informações de Luizbacci
Fonte: Diário Do Brasil
