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O nome do economista Roberto Campos Neto passou a circular nos bastidores políticos e do mercado financeiro como principal aposta para comandar o Ministério da Fazenda em um eventual governo liderado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), caso o parlamentar dispute e vença a eleição presidencial de 2026. As informações foram divulgadas pelo jornalista Igor Gadelha, do portal Metrópoles.
De um currículo técnico extenso e denso, com passagem por instituições financeiras de alcance global e atuação à frente do Banco Central entre 2019 e 2024, durante o governo Jair Bolsonaro, Campos Neto tem aval massivo dos setores econômicos. A gestão dele operou sob interlocução com bancos centrais estrangeiros, participação em fóruns internacionais e reconhecimento de instituições e analistas do mercado global. Atualmente, o economista atua no setor privado, com vínculo profissional ao Nubank.
Segundo interlocutores próximos a Flávio Bolsonaro, o respaldo no reduto financeiro seria amplo, sobretudo entre investidores institucionais e operadores da Faria Lima, que acompanham a ventilação sobre a sucessão presidencial.
Além de Campos Neto, aliados do senador também citam o economista Mansueto Almeida como alternativa relevante para a chefia da área econômica. Mansueto foi secretário do Tesouro Nacional no governo de Michel Temer e atualmente ocupa o cargo de economista-chefe do BTG Pactual. De acordo com relatos, Flávio tem mantido conversas frequentes com Mansueto.
Outro nome mencionado é o do economista Gustavo Montezano, que presidiu o BNDES durante a gestão Jair Bolsonaro. Nos bastidores, porém, Montezano é apontado como mais cotado para uma eventual indicação ao Banco Central, caso um novo governo avance com mudanças na autoridade monetária.
Flávio Bolsonaro tem sido aconselhado por integrantes do mercado a antecipar o anúncio de um eventual futuro ministro da Fazenda como forma de reduzir incertezas e sinalizar compromissos econômicos, mas ainda resiste.
Fonte:Conexão Politica
Fonte: Diário Do Brasil
