Santa Casa de Marília realiza ações de conscientização sobre a leucemia no Fevereiro Laranja

A Santa Casa de Marília realiza ações de conscientização sobre a leucemia no Fevereiro Laranja. Orientações aos públicos interno e externo vão fazer parte das atividades, inclusive com o estímulo à adesão ao cadastro nacional do Redome (Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea).

Live com a médica da Oncologia Pediátrica da Santa Casa de Marília, Larissa Prandi Ortolan e o médico hematologista da unidade hospitalar filantrópica mariliense, João Victor Vezali Costardi, acontece no dia 25 de fevereiro, a partir das 11h, através do Instagram da instituição (@santacasademarilia). Na oportunidade, os profissionais estarão abordando “A importância do diagnóstico precoce para o sucesso do tratamento da leucemia”.

O prédio do Complexo Ambulatorial “Bento de Abreu Sampaio Vidal” está iluminado na cor laranja durante este mês de fevereiro em alusão à campanha de combate à leucemia.

A leucemia é um tipo de câncer do sangue que se desenvolve na medula óssea, com estimativas de 11.540 novos casos anuais no Brasil, sendo 6.250 em homens e 5.290 em mulheres, de acordo com o InCa (Instituto Nacional de Câncer). Essa doença ocupa posições de destaque entre os cânceres mais comuns, exigindo atenção a sintomas como fadiga, febre e manchas roxas pelo corpo.

O transplante de medula óssea é indicado em casos de alto risco. O primeiro passo é a investigação dos familiares de primeiro grau do paciente em busca de compatibilidade. Caso isso não ocorra, é registrada a necessidade em um banco de medula. Os doadores voluntários são examinados e os resultados também vão para esse banco. No momento em que surge a compatibilidade entre o doador e o paciente, é feito o procedimento de coleta do material. A doação é importante, pois a chance de encontrar doadores compatíveis é relativamente baixa.

Hoje, existem dois tipos principais de transplante de medula: o autólogo e o alogênico. O autólogo é aquele em que o próprio indivíduo é doador das células-tronco que são coletadas antes que ele seja submetido a sessões de quimioterapia, com a finalidade de destruir a medula doente e eliminar o câncer. Após essa fase, é feita a infusão das células-tronco que foram retiradas do paciente.

No tipo alogênico, as células-tronco são de um doador. Nesse caso, é sempre investigada a compatibilidade entre membros da família. Se não houver familiar compatível, é preciso buscar um doador nos bancos de medula óssea.

Para ser doador, basta ter entre 18 e 55 anos, apresentar boas condições de saúde, não ter apresentado ou estar em tratamento de câncer, doenças no sangue, no sistema imunológico ou ainda doenças infecciosas e se cadastrar. 

Ao fazer o cadastro, o doador faz a coleta de 5 ml de sangue para testes de compatibilidade e o resultado fica arquivado no cadastro de medula óssea. Caso o doador seja compatível com algum paciente da lista de espera, ele será convidado a fazer a doação.

Em Marília, o Hemocentro realiza o cadastro de doadores de medula óssea. Mais informações pelo telefone (14) 3434-2541 ou 99844-4509. O endereço do Hemocentro é rua Lourival Freire, 240 – bairro Fragata (ao lado do Fórum de Justiça).

Fonte: Assessoria de Imprensa – www.santacasamarilia.com.br  

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Conscientização sobre a leucemia no Fevereiro Laranja é realizada pela Santa Casa de Marília com ações de orientação aos públicos interno e externo. Saiba importância