
REPRODUÇÃO
O britânico Tommy Lynch, de 42 anos, protagonizou um episódio inusitado no início de março ao buscar atendimento de emergência em um hospital em Burton, na Inglaterra. Ao notar que parte de seu braço e do tronco apresentavam uma coloração azulada, Lynch acreditou estar sofrendo uma condição médica severa. Contudo, o diagnóstico final revelou que a “enfermidade” era, na verdade, resíduo de tinta de um jogo de cama novo que não havia sido lavado.
Durante o interrogatório clínico, a equipe médica demonstrou incredulidade com a estabilidade do paciente, visto que uma cianose (coloração azulada por falta de oxigenação) daquela magnitude indicaria um estado crítico de saúde.
“Eles não acreditavam que eu estava tão bem diante daquela cor”, relatou Lynch, que é criador de conteúdo digital.
Após o esclarecimento, o britânico deixou a unidade hospitalar para liberar o leito, admitindo o constrangimento pelo mal-entendido. Em entrevista à revista People, ele detalhou que a remoção total do pigmento não foi simples: embora tenha tentado lavar as mãos antes de procurar ajuda, foram necessários sucessivos banhos ao longo de uma semana para que sua pele voltasse ao tom natural.
Lynch agora utiliza o tom bem-humorado de sua experiência para alertar sobre a importância de higienizar tecidos novos antes do uso. “Lavei a roupa de cama assim que voltei para casa e nunca mais fiquei azul”, concluiu.
com informações de Metrópoles
Fonte: Diário Do Brasil
