
REPRODUÇÃO DE VÍDEO
A primeira edição da Bienal de Arquitetura Brasileira (BAB) estreia nesta quarta-feira (25) no Parque Ibirapuera, Zona Sul de São Paulo, com a ideia de transformar a relação das pessoas com a arquitetura e a forma como se conectam com os espaços.
O evento será realizado no Pavilhão das Culturas Brasileiras, edifício projetado por Oscar Niemeyer com paisagismo de Roberto Burle Marx, e fica em cartaz até 30 de abril, com visitação diária das 12h às 21h. A entrada recomendada é pelo Portão 3, na Avenida Pedro Álvares Cabral. Os ingressos custam R$ 80 durante a semana e R$ 100 nos finais de semana.
Uma das principais atrações da edição inaugural é um protótipo arquitetônico com pilares produzidos por um braço robótico que opera no modelo de impressão 3D. A peça compõe o Pátio Metrópole, área externa do evento que conta com experimentações construtivas, instalações temáticas e espaços comerciais. A tecnologia projeta, em escala real, o estágio atual da fabricação digital aplicada à construção civil, campo em expansão no Brasil e em outros países onde grandes estruturas já foram erguidas com sistemas similares.
A arena principal da mostra é o Pavilhão Brasil, instalado no interior do Pavilhão das Culturas Brasileiras, onde os 27 estados da federação são representados. Cada unidade federativa ocupa um espaço de aproximadamente 100 m², projetado por arquitetos selecionados em concurso público. A curadoria organiza os pavilhões a partir dos seis biomas brasileiros: Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampas e Pantanal. Cada bloco temático apresenta projetos que evidenciam como clima, território, cultura e tradições regionais com as formas de construir e habitar.
Para desenvolver o masterplan da edição inaugural, a BAB promoveu um concurso nacional aberto a arquitetos de todas as regiões do Brasil. O vencedor foi o Estúdio Leonardo Zanatta Arquitetura, escolhido entre as centenas de milhares de propostas enviadas.
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Fonte: Diário Do Brasil
