REPRODUÇÃO @IMARANHENSE

entrevistas a veículos jornalísticos de abril a junho de 2026. O período coincide com um momento de críticas ao Supremo por causa dos desdobramentos do caso Master ligados e magistrados da Corte e cobranças por um código de conduta para o Judiciário. O decano dará mais uma nesta 2ª feira (22.jun.2026), ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura.

O levantamento do site Poder360 considera entrevistas de 19 de abril a 19 de junho de 2026 a TVs, rádios, jornais, portais, podcasts e veículos jurídicos.

A sequência começou em abril, quando Gilmar falou a pelo menos 7 veículos em 3 dias (leia mais abaixo). Depois, ele voltou a se manifestar em maio e junho, com participação em programas de rádio, entrevistas a jornais e conversas com publicações especializadas no Judiciário. O ministro tem usado as entrevistas para rebater as críticas ao STF. Também usa seu perfil no X para isso.

Nas entrevistas, o ministro defendeu o STF, rebateu críticas de políticos e comentou temas incômodos para a Corte, como o inquérito das fake news, as críticas ao tribunal e o caso Banco Master.

A toada de entrevistas também produziu desgastes em outras esferas do poder. Ao comentar sobre sátiras contra ministros do STF, Gilmar citou o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo-MG). A fala provocou reação, e o ministro pediu desculpas por sugerir que ser gay seria uma ofensa.

O caso Banco Master foi um dos temas mais repetidos nas entrevistas. Gilmar disse que a crise foi atribuída indevidamente ao STF e afirmou que o centro do problema está na Faria Lima, em referência ao mercado financeiro de São Paulo.

O ministro também defendeu que eventuais irregularidades sejam investigadas, inclusive se envolverem integrantes da Corte. Afirmou que o procedimento sobre o caso está em andamento no Supremo, sob relatoria do ministro André Mendonça, e com atuação da PGR (Procuradoria Geral da República).

com informações de @imaranhense

Fonte: Diário Do Brasil

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