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O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) acaba de publicar o estudo “Competitividade agrícola do Brasil: crescimento recente e impactos futuros da depreciação cambial e das mudanças nas condições macroeconômicas”, no qual avalia os efeitos dessas ocorrências nas condições macroeconômicas sobre a produção e o comércio agropecuário brasileiro.

No estudo – que abrange a década 2019/2028 – tais efeitos são examinados por meio da simulação dos impactos da depreciação acelerada da taxa interna de câmbio e do crescimento econômico sustentado.

Uma das conclusões desse estudo – envolvendo as principais commodities agropecuárias brasileiras – é a de que um crescimento econômico mais rápido do Brasil afetaria as exportações das carnes bovina e suína, pois mais carne seria consumida internamente, condição que levaria a uma redução das diferenças de preço entre as carnes vermelhas e a de frango.

Já as exportações de carne de frango tendem a ser impulsionadas pela competitividade de preço do produto brasileiro, refletindo o status do Brasil como o maior exportador mundial. Um detalhe, porém: o volume aumenta (eventualmente, até acima do que vinha sendo estimado pelo USDA até aqui), mas os preços caem.

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