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Órgão pede que o influenciador seja obrigado a publicar o direito de resposta da União sobre a atuação das Forças Armadas na tragédia

Após publicar vídeos alegando que as Forças Armadas estavam inativas diante da calamidade pública e fazer postagens sobre a Secretaria da Fazenda do RS bloqueando caminhões de doação, o influenciador Marçal foi alvo de um pedido na Justiça Federal de Barueri (SP), onde reside.

A Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia (PNDD), vinculada à AGU, solicitou que Marçal publique uma resposta da União em seus perfis no Instagram, TikTok e Facebook, contendo informações sobre o trabalho dos militares na emergência. A ação destaca que as Forças Armadas têm estado ativamente envolvidas no resgate, atendimento médico, transporte de equipes e doações, reunindo quase 12 mil militares, além de embarcações, veículos, aeronaves e helicópteros.

A AGU ressalta a necessidade do direito de resposta para esclarecer conteúdos e manter a integridade da informação. A petição diz que Marçal dissemina deliberadamente informações falsas, tendo um grande alcance nas redes sociais, com 8,4 milhões de seguidores apenas no Instagram. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, anunciou que a Polícia Federal será acionada para investigar as mentiras relacionadas à tragédia no Rio Grande do Sul, com um inquérito já aberto para esse fim.

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