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REPRODUÇÃO METRÓPOLES

Audiência de instrução que apura homicídio supostamente cometido por integrantes da máfia chinesa em São Paulo estava prevista para a última segunda-feira (3/8), mas foi adiada para fevereiro de 2027. A justificativa é que duas testemunhas-chave para o processo, e que auxiliaram nas investigações sob preservação da identidade, não foram localizadas.

Esta é a quarta audiência do caso – um homicídio cometido na região da Sé, no centro de São Paulo, em janeiro de 2015. O comerciante chinês Zhenhui Lin foi executado porque se recusou a continuar pagando propina para o Grupo Bitong, ramificação da máfia chinesa que extorquia e ameaçava lojistas na 25 de Março sob a liderança de Liu Bitong.

Bitong foi preso pela Polícia Federal (PF) em Roraima, em 16 de dezembro de 2024, após passar quase oito anos foragido. Atualmente, ele está detido no Centro de Detenção Provisória (CDP) I de Guarulhos, na Região Metropolitana de São Paulo.

O homicídio de Zhenhui Lin revelou às autoridades a existência de uma máfia na cidade mais populosa do país e deu início a um processo que se estende há 11 anos, ainda sem previsão de ser encerrado.

As testemunhas protegidas trabalhavam em parceria com o Ministério Público de São Paulo (MPSP) desde 2017, quando a denúncia de homicídio foi oferecida à Justiça. Antes disso, elas já haviam contribuído com a Polícia Civil na fase de inquérito. As depoentes, no entanto, nunca compareceram em juízo.

Na audiência anterior, em 8 de junho, a juíza Melanie Liesenberg, da 1ª Vara do Júri do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), determinou a expedição de mandado de intimação e condução coercitiva das testemunhas protegidas. Na última segunda-feira (3/8), a magistrada adiou a sessão para 15 de fevereiro de 2027, por causa da “insistência” da acusação e da defesa em interrogar as depoentes.

COM INFORMAÇÕES DE METRÓPOLES

Fonte: Diário Brasil

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