
(Foto: Divulgação/Cedro Mineração)
Em habeas corpus apresentado ao STF, empresário Lucas Kallas é representado pelo criminalista Nabor Bulhões. Em fevereiro, Viviane Barci de Moraes assinou pedido em nome de Kallas ao Supremo
O empresário Lucas Prado Kallas (Foto: Divulgação/Cedro Mineração)
No início de fevereiro, o empresário Lucas Prado Kallas, dono da Cedro Mineração, apresentou uma petição ao STF representado pela advogada Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro Alexandre de Moraes. Na ocasião, Kallas buscava tão somente informações e dados a respeito de uma investigação em tramitação contra ele no Supremo. A Cedro, de Kallas, tem 8% das ações da Biomm, empresa de medicamentos que teve como maior investidor o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, com 25,8%.
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Nessa terça-feira, 14, Lucas Kallas voltou a protocolar uma ação junto ao STF, agora para pedir a suspensão e o trancamento desse inquérito da Polícia Federal que o tem como alvo. Dessa vez, contudo, o empresário não está representado por Viviane, mas sim pelo renomado criminalista Nabor Bulhões. Outros três advogados também assinam o habeas corpus movido na Corte, que tramita em segredo de Justiça, ao qual a coluna teve acesso.
No pedido ao STF, os advogados liderados por Bulhões alegaram que a investigação da PF contra Lucas Kallas começou apurando supostos crimes ambientais atribuídos a uma mineradora dele, já descartados, e depois passou a “investigar abusivamente” o empresário, um “constrangimento ilegal” com “desvio de finalidade”.
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Uma das maiores preocupações dos advogados é uma representação criminal por medidas cautelares apresentada pela PF contra Kallas. Entre essas medidas, segundo a defesa, estaria um pedido por um mandado de busca e apreensão. O caso foi remetido à análise do Supremo pelo Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF-6). No STF, a defesa pediu uma liminar para suspender o inquérito e, no mérito,
que a investigação seja trancada.
Com informações de @amadomundo
Fonte: Diário Do Brasil
