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Condenada à morte nos Estados Unidos, Christa Pike, de 50 anos, que sobreviveu a duas tentativas de execução por injeção letal, foi diagnosticada com um tipo raro de câncer antes de sua execução, revela a revista People.
Em 8 de janeiro de 2026, os advogados de Christa apresentaram uma queixa judicial alegando que a execução planejada violaria a primeira, a oitava e a décima quarta Emendas da Constituição dos Estados Unidos.
Os advogados de Pike alertaram que seu estado de saúde poderia tornar a execução por injeção letal ainda mais dolorosa, além de aumentar o risco de complicações.
Segundo a denúncia, Pike apresenta níveis de plaquetas significativamente acima do normal, condição que pode estar relacionada a uma forma rara de câncer no sangue, conhecida como distúrbio mieloproliferativo.
A mulher foi condenada à pena de morte por um crime cometido em 1995, quando assassinou brutalmente sua colega Colleen Slemmer, e aguardava no corredor da morte há 30 anos.
A detenta estava prestes a se tornar a primeira mulher executada no Tennessee em 200 anos. No entanto, sobreviveu à aplicação da injeção letal, tornando-se a primeira prisioneira do estado a sobreviver a esse procedimento.
As primeiras palavras de Pike após recobrar a consciência, em 6 de outubro, no hospital, enquanto estava ligada a um respirador, foram: “Onde estou e quem são vocês?”. Em seguida, ela perguntou sobre a família de sua vítima, Colleen Slemmer, segundo informou Spivey.
Pike recebeu alta hospitalar em 10 de outubro e retornou à prisão, onde está detida há mais de 30 anos.
COM INFORMAÇÕES DE METRÓPOLES
Fonte: Diário Brasil
