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Um grupo de manifestantes pró-Palestina interrompeu, na terça-feira (6), uma cerimônia de homenagem ao major israelense Rafael Rozenszajn, realizada na Câmara Municipal de São Paulo. A manifestação provocou a intervenção da Guarda Civil Metropolitana (GCM) e da Polícia Militar.
Segundo relatos divulgados sobre o episódio, os manifestantes foram retirados do local e encaminhados para atendimento médico e, posteriormente, à delegacia para prestar depoimento. Eles foram liberados em seguida. A cerimônia foi retomada e continuou normalmente após a saída do grupo.
Imagens divulgadas nas redes sociais mostram ativistas gritando durante a homenagem e carregando bandeiras da Palestina. Os manifestantes são ligados ao grupo Frente Palestina São Paulo, que afirmou ter sido agredido durante a intervenção das forças de segurança.
A homenagem foi organizada pela vereadora Cris Monteiro e pelo internacionalista Gerson Pires, ambos do partido Novo. Em uma publicação conjunta nas redes sociais, os organizadores afirmaram que a cerimônia teve como objetivo reconhecer a atuação de Rafael Rozenszajn na defesa de Israel e no combate ao terrorismo.
Os organizadores também acusaram os manifestantes de terem feito manifestações em defesa de grupos classificados como terroristas durante o protesto. A versão, no entanto, é contestada pelos integrantes da Frente Palestina São Paulo, que afirmaram ter sido vítimas de agressões durante a retirada do local.
O episódio foi repercutido nas redes sociais por representantes dos dois lados do conflito e gerou manifestações de apoio e críticas à intervenção. Até o momento, as versões apresentadas pelos participantes são divergentes sobre a forma como ocorreu a abordagem e os acontecimentos dentro da Câmara Municipal.
