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A visita de Lula a Lisboa nesta terça-feira (21) foi marcada por protestos contra o presidente brasileiro em frente ao Palácio de Belém, residência oficial do presidente de Portugal, António José Seguro. O ato contrário foi organizado pelo partido Chega.
Manifestantes exibiram cartazes com mensagens como “Lula Ladrão”, imagens do presidente com traje de presidiário e faixas associando o PT e o STF a organizações criminosas.
O líder do Chega, André Ventura, participou do protesto por volta das 13h, vestindo uma camiseta branca do partido. À chegada, afirmou que “cada vez que o Lula da Silva vem cá, o Chega faz o que as pessoas dignas deviam fazer, que é protestar, dizer que não queremos corrupção”.
O líder parlamentar da sigla, Pedro Pinto, afirmou que o partido defende a presença em Portugal apenas de brasileiros que “trabalham” e “vêm por bem”.
Em um dos momentos, uma brasileira baiana subiu ao microfone e dirigiu-se tanto aos manifestantes portugueses quanto à comunidade de imigrantes. Ela descreveu a realidade que a fez deixar o Brasil.
“Eles nos olham como escravos. Dizem para mim na internet que eu deveria estar no tronco e ser estuprada, porque dizem que eu sou uma vergonha”, afirmou. “E hoje essa mesma vergonha que a esquerda pinta com a narrativa de que somos traidores, de que nos deu tudo. Mas deu o quê?.”
A oradora relatou a realidade da Bahia, estado que, segundo ela, concentra os piores índices de violência contra mulheres do Brasil. “As mulheres do Brasil morrem a cada quatro horas. Se você abrir hoje o jornal brasileiro, uma mulher é assassinada por feminicídio, por um governo que protege bandido”, disse.
“Hoje na Bahia não posso mais visitar os meus colegas de escola porque eles moram em facção e eles só podem aceitar visitantes se a facção liberar a entrada”, emendou.
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Fonte: Diário Brasil
