REPRODUÇÃO LUIZBACCI

A morte da jovem Maria Eduarda, lançada sem cordas de segurança de uma altura de mais de 40 metros da Ponte do Esqueleto, em Limeira, no interior de São Paulo, durante um salto de rope jump, segue chamando a atenção dos brasileiros após a tragédia.
O acidente ocorreu em 13 de junho. Seis pessoas foram presas após o ocorrido. Outras três foram ouvidas e posteriormente liberadas.
Vítima até sorriu
De acordo com uma testemunha que presenciou a morte, a estudante de Educação Física parecia tranquila e chegou a sorrir para a câmera momentos antes do salto, sem demonstrar suspeita sobre a falta das cordas de proteção.

A delegada responsável destacou que Maria Eduarda foi induzida a acreditar que todos os protocolos de segurança estavam corretos, inclusive a fixação do sistema de contenção de queda. “A vítima, leiga na prática específica e sem domínio técnico acerca dos procedimentos de segurança, foi induzida a acreditar que todos os protocolos indispensáveis haviam sido previamente observados, especialmente no que se refere à correta fixação do sistema de contenção de queda”, acrescentou a autoridade policial. Responsáveis técnicos e prisões preventivas De acordo com o inquérito, três investigados — Maicon Fernandes Cintra, de 42 anos; Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32; e Vitor de Freitas Gonçalves, de 27 — foram apontados como responsáveis técnicos pelo evento, transmitindo confiança à vítima.

COM INFORMAÇÕES DE LUIZ BACCI

Fonte: Diário Do Brasil

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