
Arquivo / Martin de Luca
Martin De Luca, advogado da Trump Media e da plataforma Rumble, criticou a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de estender até as 19h o horário de votação em localidades brasileiras neste domingo (25). O advogado questionou a medida e a ausência de uma decisão prévia do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Segundo informações divulgadas pelo Metrópoles neste domingo (25), em publicação na rede social X, De Luca criticou a rapidez com que Zanin atendeu ao pedido apresentado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e levantou dúvidas sobre o procedimento adotado pelo ministro.
“Em vez de aguardar uma decisão do TSE, Lula imediatamente pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal Cristiano Zanin que determinasse a manutenção das urnas abertas sem qualquer decisão do TSE. Em questão de minutos (Zanin sequer leu a petição?), as urnas foram mantidas abertas por Zanin”, escreveu.
Advogado cita atuação de Zanin na defesa de Lula
De Luca também mencionou a atuação de Zanin como advogado de defesa de Lula em processos criminais relacionados a acusações de corrupção, antes de sua indicação ao STF.
“O STF tem 11 ministros. O que Zanin fazia antes de se tornar ministro do Supremo? Ah, sim, ele era advogado de defesa de Lula nos processos criminais por corrupção”, publicou.
O advogado questionou ainda se a comunidade internacional reconheceria o resultado eleitoral brasileiro como fruto de uma disputa livre e justa. Ele classificou a decisão como uma “manipulação flagrante das eleições” e afirmou que Lula não deveria esperar reconhecimento internacional diante das circunstâncias que descreveu.
Ao final da publicação, De Luca comparou a situação brasileira à da Venezuela e perguntou se Lula estaria prestes a se tornar “o próximo Nicolás Maduro”, presidente venezuelano.
“Pelo bem do Brasil, rezo para que não seja esse o caso”, concluiu.
As declarações de De Luca representam sua avaliação sobre a decisão judicial e seus possíveis efeitos políticos. A crítica, por si só, não comprova irregularidade no processo eleitoral nem determina como governos estrangeiros reconhecerão o resultado.
Fonte: Terra Brasil
