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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a lista a sequência de vitórias da direita na América Latina e indicar o Brasil como o próximo alvo dessa ofensiva. Entre os nomes vitoriosos de seu núcleo estão Santiago Peña, do Paraguai; Nayib Bukele, de El Salvador; Javier Milei, da Argentina; Daniel Noboa, do Equador; Nasry Asfura, de Honduras; Rodrigo Paz, da Bolívia; e José Antonio Kast, do Chile.
O material descreve o “Escudo das Américas” como o principal instrumento do governo Trump para consolidar essa aliança regional. O projeto prevê uma parceria de segurança voltada ao combate a cartéis de drogas, ao crime organizado, ao tráfico de pessoas e à migração ilegal em massa, por meio de compartilhamento de inteligência e ação coordenada entre os países.
O Brasil, por sua vez, tem sido apresentado como o “próximo grande desafio” e o “peso pesado” político da região, em meio a debates sobre a integridade do sistema eleitoral brasileiro e sobre a condução do pleito de outubro.
A pesquisa Datafolha divulgada nesta semana aponta Lula com 40% das intenções de voto no primeiro turno, contra 32% do senador Flávio Bolsonaro. Em simulação de segundo turno, Lula tem 48% e Flávio, 43%, distância que se mantém estável em relação ao levantamento de junho.
Em entrevista, o presidente Lula reagiu aos pontos articulados pelos Estados Unidos. “Trump tem direito de ter as preferências eleitorais dele, mas as eleições do Brasil são um problema do Brasil”. Lula afirmou ainda que Trump não deveria interferir nas eleições brasileiras de outubro.
Com informações de @conexaopoliticabrasil
Fonte: Diário Do Brasil
